A colecção Tile Passion surgiu da paixão pelos azulejos de padrão que se encontram num conjunto significativo de edifícios de Lisboa, tão únicos na nossa arquitectura e elemento impar da identidade urbana em Portugal.
Reflexo da cultura portuguesa, os azulejos presentes nas fachadas dos edifícios são o resultado da utilização deste material em Portugal de modo continuado e renovado ao longo dos vários séculos. São também estes azulejos que conferem cor, que refletem a luz e dão um brilho incomparável à cidade de Lisboa.
Os motivos que compõem esta colecção, resultam do registo fotográfico a inúmeros edifícios em Lisboa, revestidos por azulejos e posterior representação em desenho, respeitando as formas e cores dos azulejos originais. Pelo facto, de muitos destes azulejos se encontrarem em edifícios em degradação e alguns próximos da demolição, esta pesquisa e aplicação pretende também registar e memorizar alguns exemplares que dada a sua condição poderão correr o risco de desaparecerem da cidade de Lisboa.
posters
t.shirts
sacos de pano
marcadores de livros
canecas em porcelana
sabonetes 30gr
imanes
Os típicos azulejos portugueses foram considerados como um dos 12 tesouros da Europa para o The New York Times em 2014. "Haverá um país mais azul que Portugal?", pergunta-se Seth Sherwoord, que assina o excerto do artigo dedicado à azulejaria nacional publicado na secção de 'Viagens' do jornal, destacando a forma como o azul e branco dos azulejos se unem ao azul do céu e do Atlântico e ao espírito melancólico do Fado.
Um pouco por todo o território português, "os tradicionais desenhos azuis dos azulejos estão espalhados por igrejas, mosteiros, castelos, palácios, universidades, jardins, estações de comboio e fachadas de edifícios", escreve Sherwoord.
O resultado, acrescenta, é uma "terra embelezada com santos cristãos, episódios bíblicos, reis portugueses, glórias históricas, cenários idílicos, atividades de lazer aristocráticas, paisagens marítimas, desenhos florais e, principalmente, motivos geométricos".
Ao longo de mais de cinco séculos o azulejo adquiriu um lugar de relevo, pelo significativo protagonismo que desempenhou em Portugal, assim como nos territórios ultramarinos de presença portuguesa.
A HandPortugal partilha este gosto pela azulejaria, este conhecimento e familiarização dos portugueses perante uma placa quadrada de barro vidrada numa das faces - o azulejo.
azulejos replica sec XVII e XVIII
poster
marcadores de livros
sabonetes 110gr
Sardinha símbolo nacional
Uma boa sardinha na brasa tem a característica das melhores coisas: é simples e irresistivelmente boa. Contudo, olhar para a sardinha somente na sua dimensão alimentar é redutor. A sua ligação à cultura portuguesa e o seu contributo para a economia é profundo e secular.
Na história de Portugal a sardinha está presente desde os Fenícios, através da salga tradicional. Com os Romanos acresceu-se a necessidade de colocar bens perecíveis em pontos longínquos do Império. A sardinha, depois de salgada, viajava assim em ânforas, desde a Ibéria para todo o mundo romano.
Em Portugal, no século XIII, a população pobre alimentava-se de bacalhau e sardinha e no século XIV os excedentes deste peixe eram salgados. Vem dessa época o hábito que ainda hoje mantemos de comer a sardinha sobre o pão.
Em Portugal a indústria conserveira chega em 1865, em Setúbal instalou-se em 1880 a primeira unidade portuguesa de conservas de sardinha. Outras localidades seguiram o exemplo e, no início do século XX, laboravam em Portugal cerca de 400 fábricas de diversas dimensões.
Em 1938 Portugal produziu 40 mil toneladas de sardinha em conserva. Muito embora a indústria conserveira esteja actualmente longe dos seus tempos áureos, ainda hoje a sardinha, seja em azeite ou óleo, em tomate ou em molho de escabeche, encontra um mercado considerável além fronteiras.
azulejo sardinha
base redonda
caneca
conserva de sardinha - azeite, tomate, limão e picante
azulejo sardinha azul e branco
sardinha cerâmica individual
TILE
PASSION
AZUL
COBALTO
SARDINHA
POP
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